Betty, a feia

Às vezes, você tá quietinha num canto, trabalhando e alguém lança um assunto. Algo corriqueiro de um escritório. Só que desta vez, o tema era sobre uma das minhas novelas preferidas. Eu quase não acreditei. Alguém citou que adorava Betty, a feia. Como uma viagem no tempo, fui a maio de 2002.

Eu tinha 22 anos, estava numa fase bem deprimida, pois tinha sofrido um sequestro e um problema de saúde grave um ano antes, e fazia uns anos que não conseguia arrumar um bofe para uma relação séria.

Betty, era minha dose de romance e breguice, uma distração. Durante a novela, comecei a namorar meu ex-marido. Ele nunca entendeu porque eu não saía de casa enquanto estivesse passando os capítulos. Até fazer parte de grupo de discussão sobre a obra colombiana, participei.

Com a feia, podia sonhar com o príncipe encantado. Suspirava junto com a personagem  pelo seu chefe charmosão. Claro que não acredito (e também não acreditava) em príncipes, mas imaginá-los é muito bom. Isso aconteceu há quase dez anos atrás. Fiquei com saudade.

Assista o primeiro capítulo:

Veja o primeiro beijo de Armando e Betty, a feia 

E o clímax, a transformação do patinho feio em cisne.

Não é a toa que minhas fábulas preferidas são Patinho Feio e a Bela e a Fera. Também gosto da Cinderela, mas sobre a gata borralheira escreverei numa outra vez.

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