O que vem depois de um pé-na-bunda

Vi este texto no Mulher 7X7 e por me encaixar em todos os perfis descritos, resolvi postar por aqui.

O que vem depois de um pé-na-bunda

29/08/2011 | 09:00 | MARTHA MENDONÇAAMOR E SEXO | 

No filme Amor a toda prova, Steve Carell é Cal Weaver, um cara que parecia ter a vida perfeita: um emprego legal, a mulher que ele namora desde adolescente e filhos amorosos. Seu paraíso desmorona quando sua mulher conta que está tendo um caso e quer a separação. Sozinho pela primeira vez na vida adulta, Cal sente-se perdido na selva dos relacionamentos. E conhece Jacob, um bonitão que faz sucesso entre as mulheres, que vai lhe ensinar a como reagir a um pé-na-bunda com estilo.

O que vem por aí veja você mesmo no cinema. Mas o assunto é bom: não é nada fácil voltar à “ativa” depois de tanto tempo num relacionamento. Isso vale até para quem decidiu pela separação. Que dirá para quem foi pego de surpresa e, além de tudo, está sofrendo.

Dos exemplos que já vi na vida real, cataloguei alguns comportamentos mais comuns:

Deprimidos convictos
Não saem de casa de jeito algum, não querem ver a luz do sol, não querem comer, nem beber, nem ver gente. Tudo que querem é sofrer. O sofrimento é o elo que ainda os liga aos ex. Apreciam muito quando os amigos os chamam para sair, pois têm prazer e conforto em dizer que não, que não veem mais sentido em nada.

Pegadores seriais
Uma vez abandonados, resolvem que só enlouquecer todas as noites em baladas e bebedeiras, pegando qualquer pessoa que veem pela frente, poderá aliviar a do que sentem. Quem nunca fez isso? Ao mesmo tempo em que o pegador serial se diverte, bebe e esquece, mesmo que momentaneamente, a dor, também tem a fantasia de estar se vingando do (a) ex.

Caçadores de substitutos
Esses levam um pé-na-bunda, choram um pouco e, por algum tempo, podem até se parecer com os deprimidos convictos. Mas rapidamente tomam para si uma missão: encontrar alguém que tome o lugar do (a) ex. Para isso, se enfurnam nas redes sociais atrás de amigos dos amigos, namorados (as) de infância ou desconhecidos. O primeiro a aparecer recebe o primeiro “eu te amo” em poucos dias – mesmo que só tenham se encontrado virtualmente.

Fugitivos mutantes
Aproveitam a mudança de vida para um turning point. Começam um regime, decidem que vão aprender a fazer sushi ou lutar boxe tailandês. O sentimento é mais ou menos este: talvez me transformando em uma outra pessoa a dor passe por mim sem me reconhecer.

Conhece algum outro tipo? Já se enquadrou em alguma dessas situações?

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