Agradecimentos

Estou partindo para uma nova aventura e não queria deixar a última postagem do blog, a tristeza de um término de namoro.

Gentem, segunda (1º de outubro) estarei na Disney. Que alegria.

Estou bem leve e equilibrada e um tanto feliz, por este momento da minha vida. Este ano foi difícil, mas Deus me deu vários presentes para lidar com estas coisas não tão boas.

Só tenho a agradecer a Ele por estar saudável, por ter meu emprego no qual adoro o que faço, por morar numa casa bonita e confortável, estar perto dos meus familiares com saúde e por ter amigos que me fazem dar boas risadas. E por último, agradeço a oportunidade de viajar para um lugar que sempre sonhei conhecer.

Pequenas e GRANDES felicidades

Recebi um e-mail com um texto da Martha Medeiros sobre pequenas felicidades. E hoje acordei com um pequeno momento feliz, ouvindo os pingos da chuva. Senti aquela sensação de conforto, de estar debaixo do meu edredon na minha cama quentinha e molinha, como eu gosto. E para completar esta pequeno momento, lembrei que daqui há poucos dias terei uma GRANDE FELICIDADE. Visitarei a Disney pela primeira vez e realizarei meu sonho de adolescente. E ainda verei a decoração do halloween nos parques de Orlando.

Esta descoberta me deixou mais excitada e com uma ansiedade maior do que já estou. Imagina poder acompanhar os doces e travessuras e a farta distribuição de doces com direito de usar uma fantasia.

E sonhar com o príncipe encantado no Castelo da Cinderela?

Visitar a Escola de Hogwarts e tomar cerveja amanteigada? Participar de uma partida de quadribol?

Vou realizar um sonho mágico na segunda-feira que vem.

Se você fosse Adriane Galisteu, teria largado a sua vida por um romance com Ayrton Senna?

Para comemorar a edição quarentona da Privilège Mag, a apresentadora Adriane Galisteu posou para a capa da revista (Foto: Divulgação / Gabriel Wickbold)

Adriane Galisteu deu uma entrevista para a última edição da revista “Privilège Mag” e falou sobre sua relação com Ayrton Senna . “Infelizmente, fiquei conhecida por conta de uma tragédia. Tudo poderia ter sido muito diferente na minha história, mas eu parei de trabalhar naquela época para viver um grande amor ao lado do Ayrton. Eu tinha 19 anos, ele, 30 e poucos. Foi uma história complicada e cercada de preconceitos e polêmicas. Fui a última mulher da vida dele e tenho orgulho da história que vivi. Carrego isso como um escudo, não como um fardo, pois eu fui muito feliz. Eu tomo muito cuidado para falar sobre isso, não porque eu tenha algum problema, mas pelo respeito que tenho pela história e por ele. Eu só tenho coisas boas para lembrar. Sem dúvida, Ayrton me tornou conhecida, mas o que deu continuidade a isso foi o meu trabalho”

Claro que choveram críticas na internet sobre esta entrevista, até pq ela dá uma cutucada na Xuxa. Não sou fã de nenhuma das duas então acho que terei mais imparcialidade para refletir.

Imagina se você com 19 anos conhece um ídolo nacional. E esta pessoa, campeão automobilístico, se interessa por você. E para completar o conto de fadas, te pede que largue uma carreira de “modelo” para acompanhá-lo. O que você faria? Perderia esta oportunidade?

Não estou falando de uma carreira consolidada, e sim de uma jovem mulher que nem completou duas décadas de vida. Não sei se ela amou o piloto e não sei se repetiria sua trajetória.

Mas, refletindo sobre esta história, pergunto: qual menina não sonhou encontrar o príncipe encantado? E quantas encontraram?

Claro que o campeão era um homem com qualidades e defeitos. Mas também era rico, profissional bem sucedido, com vasta cultura e charmoso, todos elementos que o transformam no Prince Charming.

Sinceramente, também teria escolhido viver este romance. Só acho que não tentaria me promover às custas da morte dele. Mas tinha como não ter sua vida exposta, após ficar viúva de um ídolo?

Não me imagino escolhendo ser uma celebridade, plantando notinhas em sites de notícias, enfim, vivendo da fama alheia. Não sei se as escolhas da apresentadora foram movidas apenas pelo interesse financeiro. Mas, sinceramente, duvido.

Por isso questiono apenas, temos direito de condenar uma pessoa que encontrou seu conto de fadas e foi vivê-lo?

Eu não sou você, você não é eu

de Madalena Freire

Eu não sou você… Você não é eu!
Mas sei muito de mim vivendo com você.
E você, sabe muito de você vivendo comigo?

Eu não sou você… Você não é eu!
Mas me encontrei comigo e me vi enquanto olhava pra você.

Na sua, minha insegurança…
Na sua, minha desconfiança…
Na sua, minha competição…
Na sua, minha birra infantil…
Na sua, minha opinião…
Na sua, minha omissão…
Na sua, minha firmeza…
Na sua, minha impaciência…
Na sua, minha prepotência…
Na sua, minha fragilidade doce…
Na sua, minha mudez aterrorizada.

E você se encontrou e se viu quando olhava pra mim?

Eu não sou você… Você não é eu!
Mas tô vivendo minha solidão que conversei com você.
E você? Conversou comigo na sua solidão
ou fugiu dela, de mim, de você?

Eu não sou você… Você não é eu!
Mas sou mais eu, quando consigo lhe ver, porque você me reflete…
No que ainda sou,
No que eu já sou
E no que eu quero vir a ser…

Eu não sou você… e você não é eu!
Mas somos parceiros, enquanto somos capazes de, diferentemente,
Eu ser eu, vivendo com você e você ser você vivendo comigo.

Bastidores

Em um 13 de fevereiro de um ano qualquer, estava lá acompanhando a gravação de um filme. Uma película que falava de amor, poder, doença grave e uma gravidez escondida. Mas também retratava a amizade e a felicidade

Este longametragem ainda não estreou e tudo será surpresa para mim. Apesar de acompanhar a gravação não pude assistir o gran finale e nem consultei o roteiro. Serei a primeira a assistir. Só ainda não sei em qual lugar ocuparei na plateia. Ou será que estarei na tela?